CASA VERDE -- Rua José do Patrocínio 278 -- Cidade Baixa Porto Alegre - RS -- Contra-Mestre Jean Sarará 982448824 e Indiana 991414710 ... HORÁRIOS= MANHÃ: Terças e Quintas: 8:30 ás 9:30 TARDE: Segunda a Sexta: 18:30 às 19:30 NOITE: Segunda a Quinta: 20hs as 21:30 Aulas para crianças Quartas: 9:30 as 10:30 Aulas para INICIANTES,TERCEIRA IDADE e para CRIANÇAS.
quinta-feira, 8 de julho de 2010
segunda-feira, 5 de julho de 2010
APROVADAS MUDANÇAS NO ESTATUTO DA IGUALDADE RACIAL - Entenda melhor o que mudou.
MATÉRIA RETIRADA DO SITE DO JORNAL CORREIO BRAZILIENSE Publicação: 17/06/2010 08:29
Senadores aprovam Estatuto da Igualdade Racial (por Josie Jeronimo)
Depois de sete anos de tramitação no Congresso, o plenário do Senado aprovou ontem o Estatuto da Igualdade Racial, retirando, porém, os principais pontos defendidos por representantes do movimento negro. O relator da proposta, o senador Demostenes Torres (DEM-GO), suprimiu do estatuto trechos que definiam incentivos fiscais para empresas que contratassem pelo menos 20% de funcionários negros e a obrigação de partidos políticos manterem 10% de afrodescendentes nos quadros (leia quadro). O relatório também barrou a regulamentação de cotas raciais nas universidades, como previa o texto original. “Nós não podemos criar uma identidade negra no Brasil”, justificou Demostenes.
A discussão da proposta na Comissão de Constituição e Justiça do Senado foi marcada por reação acalorada de integrantes do movimento negro, que receberam as modificações com gritos de “traidor”. O ministro da Secretaria de Igualdade Racial, Elói Ferreira, participou da audiência que discutiu a proposta com o ex-ministro da pasta e deputado federal Edson Santos. O governo fez acordo com os parlamentares para aprovar o projeto sem temas polêmicos. “Acabaram com o estatuto”, reclamou Cleide Hilda Lima, da Coordenação Nacional das Entidades Negras do Brasil.
O autor da proposta, senador Paulo Paim (PT-RS), afirmou que o estatuto está longe do ideal, mas a aprovação na Casa é uma vitória. O texto, que agora vai à sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, segue sem bandeiras polêmicas, como as cotas e o incentivo fiscal, mas funcionará como um marco para a superação de preconceitos raciais no país. O projeto institui, por exemplo, o ensino da história da África e da população negra do Brasil. Também prevê a regulamentação da capoeira como esporte a ser ensinado em escolas públicas.
“Raça” por “etnia”
O estatuto aprovado ontem estabelece uma inclusão formal da cultura negra às instituições brasileiras e indica a aprovação de políticas públicas para acolhimento e promoção da igualdade racial no país. As questões práticas, que poderiam ter impacto direto na vida do negro, porém, foram retiradas. A senadora Serys Slhessarenko (PT-MT) criticou a mudança no texto que barrou a inclusão de políticas de saúde especialmente voltadas à população negra. “Seis vezes mais mulheres negras morrem em partos do que as brancas”, afirmou.
O relator da proposta argumentou que as doenças consideradas mais propícias aos negros não deveriam ser enquadradas pelo estatuto, pois o estabelecimento genético dos males ainda é questionado pela medicina. Demostenes Torres também retirou do texto a palavra “raça” para substituir pelo termo “etnia”. Segundo o parlamentar, o estatuto não pode servir como um marco para dividir a sociedade brasileira entre negros e brancos, pois os problemas sociais que assolam os cidadãos não obedecem à cor de pele. “O governo pode criar políticas para que os negros participem do nosso crescimento econômico. Não vou aprofundar a divisão racial. Existem brancos pobres, índios pobres e pardos pobres.”
Outras ações previstas no Estatuto da Igualdade Racial é a implementação, por parte do governo, de política de inclusão de mulheres negras e o incentivo à inclusão do negro no campo, com capacitação para produção agrária. A Defensoria Pública também terá que se adaptar para fortalecer suporte às vítimas de racismo. Outra vitória festejada pelo movimento negro é a garantia do direito aos remanescentes quilombolas ao reconhecimento de posse de terras.
O governo pode criar políticas para que os negros participem do nosso crescimento econômico. Não vou aprofundar a divisão racial”
Demostenes Torres,relator do estatuto
O que fica e o que sai
Principais pontos que não foram aprovados no estatuto
# Incentivo fiscal para empresas que contratarem pelo menos 20% de funcionários negros.
# Cota de 50% em universidades públicas.
# Política nacional de saúde específica para os negros.
Principais pontos que permaneceram no texto
# Inclusão de história da África e da população negra brasileira no currículo da educação pública.
# Regulamentação da capoeira como esporte a ser praticado nas escolas públicas.
# Implementação de política de inclusão de mulheres negras.
# Remanescentes de quilombolas terão direito ao reconhecimento de posse de terras.
# Defensoria pública deve se adaptar para fortalecer suporte às vítimas de racismo.
# Incentivo à inclusão do negro no campo, com capacitação para produção agrária.
# Incentivo ao turismo étnico.
# Meios de comunicação terão que garantir participação de negros em filmes e peças publicitárias.
FONTE: http://www.correiobraziliense.com.br
quarta-feira, 30 de junho de 2010
terça-feira, 29 de junho de 2010
sexta-feira, 18 de junho de 2010
Mestre Beija-Flor leva projeto de capoeira inclusiva para todo o país
TRECHO RETIRADO DA MATÉRIA do jornal Cinform de Aracaju realizada no início do ano com Mestre Beija-Flor:
(...) É fácil se deixar envolver pela capoeira. O ritmo cadenciado do berimbau e a plasticidade dos movimentos encantam qualquer pessoa que veja uma roda. Graças a um projeto desenvolvido pelo sergipano Eraldo Gabriel de Sousa, o mestre Beija-Flor, a beleza deste esporte está acessível a todo e qualquer público, seja criança, idoso ou portador de necessidade especial. “Nosso objetivo é mostrar que a capoeira convive bem com as diferenças. Queremos mostrar que não é uma adaptação, mas um respeito às limitações de cada pessoa. A capoeira é inclusiva por natureza, pois facilita a socialização das pessoas”, afirma o mestre. (...)
Para ver toda a matéria, copie e cole o link abaixo no seu navegador
http://www.cinform.com.br/noticias/201201017133284803/MESTRE+BEIJA-FLOR+LEVA+PROJETO+DE+CAPOEIRA+INCLUSIVA+PARA+TODO+O+PAIS.html
(...) É fácil se deixar envolver pela capoeira. O ritmo cadenciado do berimbau e a plasticidade dos movimentos encantam qualquer pessoa que veja uma roda. Graças a um projeto desenvolvido pelo sergipano Eraldo Gabriel de Sousa, o mestre Beija-Flor, a beleza deste esporte está acessível a todo e qualquer público, seja criança, idoso ou portador de necessidade especial. “Nosso objetivo é mostrar que a capoeira convive bem com as diferenças. Queremos mostrar que não é uma adaptação, mas um respeito às limitações de cada pessoa. A capoeira é inclusiva por natureza, pois facilita a socialização das pessoas”, afirma o mestre. (...)
Para ver toda a matéria, copie e cole o link abaixo no seu navegador
http://www.cinform.com.br/noticias/201201017133284803/MESTRE+BEIJA-FLOR+LEVA+PROJETO+DE+CAPOEIRA+INCLUSIVA+PARA+TODO+O+PAIS.html
RELEMBRAR É VIVER - IV Encontro Raízes do Sul
Revendo os arquivos de nosso grupo deparei-me com esse material do IV Encontro Raízes do Sul realizado em novembro de 2005 com a presença dos Mestres Alvinho Sucuri e Beija-Flor. Mestre Beija-Flor, através de sua amizade com Mestre Alvinho, foi o grande facilitador para que fosse possível esse contato e a presença dos dois em nosso evento anual. Mestre Beija-Flor é o Presidente da Associação Brasileira de Capoeira Inclusiva e desenvolve um trabalho muito importante proporcionando a inclusão de pessoas com necessidades especiais. Sentimos uma grande saudade desse evento onde passamos dois dias com a Família Raízes reunida.
SE A RAIZ É FORTE NINGUÉM PODE DERRUBAR !!!
clique na imagem para ver as fotos
SE A RAIZ É FORTE NINGUÉM PODE DERRUBAR !!!
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| IV Encontro de Capoeira Angola Raízes do Sul |
quarta-feira, 16 de junho de 2010
terça-feira, 15 de junho de 2010
Campanha do Agasalho Ilha do Pavão
Nesse domingo, 13 de junho, dia de Santo Antônio, o Grupo Raízes do Sul realizou a ação "Aquecendo a Ilha do Pavão", na Ilha do Pavão, no bairro Arquipélago, na saída de Porto Alegre em direção a BR 290. Nessa localidade temos o Projeto Ilha do Pavão coordenado pelo Professor Jean Sarará onde nosso irmão Pedro realiza aulas todas as terças feiras pela manhã. Nesse projeto atendemos pelo menos 20 crianças, que em sua maioria vivem em situação de risco ou negligência.
A principal atividade econômica do local é a reciclagem daquilo que chamamos de "lixo". Essa comunidade vive e convive com as situações mais adversas possíveis (alagamentos, falta de saneamento básico, taxa de natalidade altíssima, analfabetismo entre outras.)
Os moradores e principalmente as crianças vivem em condições precárias.Uma grande quantidade de lixo fica depositado nas vielas em frente as casas das famílias que em sua grande maioria vivem da reciclagem. Quando chove boa parte desse lixo acaba contaminando ruas e vielas ondem as crianças brincam. A convivência diária com essas condições acaba fazendo com que essas crianças não tenham cuidados básicos de higiene. Muitas também devido a condição de extrema pobreza não tem ao menos um par de tênis e mesmo nesse frio andam descalças ou de chinelos. Nesse ambiente essas crianças crescem e se desenvolvem, muitas vezes negligenciadas pelas famílias, convivendo com a marginalidade, o descaso e a falta de condições básicas.
Nos últimos 45 dias mobilizamos a família Raízes em todos locais em que atuamos (escolas infantis, colégios, Casa Verde e em nossas casas com as nossas famílias) para arrecadar roupas e calçados principalmente infantis para distribuição na Ilha do Pavão. O resultado superou nossas expectativas. É óbvio que isso foi muito pouco perto do que eles precisam, mas mesmo assim foi muito satisfatório poder ver essas crianças saírem felizes da vida com a roda de capoeira e com roupas e calçados para elas e suas famílias.
O grupo Raízes do Sul está constantemente aberto a auxílio e apoio de qualquer tipo a esses núcleos onde desenvolve projetos de inclusão através dessa manifestação cultural brasileira chamada capoeira angola. Os projetos são desenvolvidos na Ilha do Pavão, Vila Passo Dorneles, Vila Planetário e também em São Leopoldo na Vila São Cristóvão.
clique na imagem para ver s fotos da AÇÃO.
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| AQUECENDO A ILHA DO PAVÃO |
Abaixo vídeo feito em abril na Ilha do Pavão
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